Lisboa: Oportunidades de Investimento Imobiliário em um Mercado em Crescimento
Análise do Mercado Imobiliário em Lisboa Lisboa apresenta uma combinação de elevada pressão de procura habitacional, especialmente em segmentos de rendimento médio e baixo. Além disso, há um estoque relevante de edifícios degradados ou subutilizados em zonas centrais e semi‑centrais. A estratégia municipal de habitação privilegia parcerias com o setor privado e com fundos de investimento em áreas como regeneração urbana e oferta de arrendamento acessível. Eixos de Investiment
“Construir Portugal” e Habitação Acessível: Enquadramento para Investimento de Fundo
O programa “Construir Portugal – Nova Estratégia para a Habitação” representa uma alteração relevante no enquadramento de política pública em matéria de habitação, com impacto direto em instrumentos de investimento coletivo. O plano mobiliza recursos nacionais e europeus para aumentar significativamente a oferta de habitação acessível e pública até 2030. Do ponto de vista fiscal, destacam‑se medidas como: Aplicação de taxa reduzida de IVA (6%) em construção e reabilitação de
Estrutura de Capital no Desenvolvimento Residencial em Lisboa: Modelos Predominantes
O desenvolvimento residencial na área de Lisboa decorre num contexto de forte procura e oferta limitada, mas com custos de construção e preço do solo pressionados. A estrutura típica de capital (capital stack) reflete esta realidade, procurando equilibrar alavancagem, custo de financiamento e flexibilidade. Em termos gerais, observa-se: Equity/Quasi‑equity na ordem de 20–30% do custo total do projeto, assumindo o primeiro risco de licenciamento, obra e mercado. Dívida senior
Financiamento Alternativo e Emissão de Obrigações: Evolução da Dívida Imobiliária em Euros e em Portugal
A emissão de obrigações imobiliárias denominadas em euros aumentou significativamente em 2025, atingindo o nível mais elevado desde 2021 e sinalizando uma reabertura consistente do mercado de capitais para o setor. Estimativas apontam para um volume anual de 30–40 mil milhões de euros, refletindo tanto necessidades de refinanciamento como o apetite de investidores por ativos com colateral físico e yields superiores ao corporate investment grade. A descida das taxas diretoras
Build‑to‑rent: porque é que a próxima vaga de habitação em Portugal pode passar por aqui
A Well‑Senior tem-se afirmado na reabilitação criteriosa em Lisboa, com projetos como o Palmira , Caridade ou Andaluz , devolvendo património qualificado à cidade. Ao mesmo tempo, começa a ganhar tração no mercado português um novo tema: o build‑to‑rent (BTR), isto é, edifícios pensados desde o início para arrendamento e não para venda fração a fração. Neste artigo partilhamos a forma como olhamos hoje para o BTR em Portugal e porque acreditamos que este modelo pode ser uma
Portugal: Macroeconomia e Imobiliário – Motores de Crescimento e Riscos Emergentes
Portugal apresenta um padrão de crescimento económico acima da média da zona euro, com o PIB a crescer cerca de 1,9% em 2025 e projeções em torno de 2,0–2,2% para 2026, suportado por consumo privado, investimento e turismo. Em termos acumulados, desde 2019, o país tem convergido em rendimento real, reforçando a perceção de “outperformer” dentro do bloco. A inflação encontra-se próxima dos 2%, em linha com o objetivo do BCE, depois do pico associado à crise energética. Este co













