Dos Wearables aos Robôs, as Tecnologias de Informação ajudam a melhorar a qualidade dos cuidados pre

O uso das tecnologias de informação nos cuidados de saúde vai crescer com o surgimento de novas inovações. Irá passar do mero apoio administrativo, como por exemplo, administração de pacientes, diagnóstico e tratamento, a um papel fulcral devido ao seu potencial tecnologico ilimitado como a telemedicina, big data, sensores, wearables, medicina personalizada, robôs e impressão 3D.

Tendo como exemplo o caso de Singapura, a Agência Tecnológica de Cuidados de Saúde de Singapura vai implementar o Sistema de Informação de Saúde Integrada (IHiS). Por exemplo, vai ser introduzido um sistema de monitorização de sinais vitais que vai possibilitar uma maior monitorização regular, melhorar a gestão de pacientes e reduzir as visitas a hospitais e readmissão de pacientes. Este sistema é parte do impulso para um maior o uso da Telemedicina (consultas por vídeo) e soluções de reabilitação remotas.

Um caso prático em Singapura

Um paciente idoso que teve alta hospitalar recentemente, tendo de viver com várias condições médicas, tais como hipertensão ou diabetes, pode ter a sua pressão arterial e outros sinais vitais monitorizados remotamente por uma equipa de cuidados de saúde através do uso de Wearables (sensores). Ele pode ainda receber concelhos como gerir as suas condições médicas sem ter que ir ao hospital ou centro de saúde. Em casa, o paciente pode usar um fato exoesqueleto que o ajuda a mover-se mais facilmente quando quiser ir à casa de banho ou tomar um duche. E quando precisar de extras cuidados domiciliários, serviços terapêuticos, ou alimentação, ele pode encomendar facilmente através de uma aplicação.

Robôs Humanoides

Robôs Humanoides e os avanços nas Tecnologias de Informação estão a ajudar a melhorar a qualidade de vida dos mais velhos, especialmente aqueles que sofrem de demência.

Uma residência sénior em Natori, no Nordeste de Tokyo, recrutou a ajuda do robô Telenoid, no qual outras pessoas podem comunicar com os idosos como se o robô estivesse a falar com eles.

“Avó, que flores coloridas você gosta?” Perguntou o Telenoid que estava a ser remotamente controlado a uma residente da residência sénior de 80 anos. A senhora respondeu com um sorriso: “Flores de cerejeira rosa.”

O Telenoid, que pesa 2.7 Kg e tem 50 cm de altura, foi desenvolvido pelo professor Hiroshi Ishiguro e seus associados da Universidade de Osaka. O humanoide não tem mãos nem pés. Não tem expressão facial, idade e sexo – As características permitem que os usuários se concentrem em se expressar mais detalhadamente.

O operador pode comunicar remotamente com o idoso através de um microfone e câmara, que captura a voz e os movimentos da pessoa e projeta-os através do Telenoid. O humanoide tem uma voz robótica e pode mexer a cabeça para os lados.

Veja o Telenoid em ação.

A residência Sénior que recrutou a ajuda do Telenoid disse que idosos que têm estados avançados de demência estão convencidos das qualidades humanas do Telenoid.

Utako Miyazaki, que está a liderar uma campanha para popularizar os humanoides, disse que o Telenoid pode ajudar aqueles que sofrem de demência e, que estes possam ver um melhoramento e sustentabilidade nas suas funções cognitivas.

Estes são os cenários em como a tecnologia de informação pode ser aproveitada em diferentes formas inovativas na prestação de cuidados de saúde num futuro próximo.

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